(...) a presença isolada e
desarticulada dos computadores na escola não é, jamais, sinal de qualidade de
ensino; mal comparando, a existência de alguns aparelhos ultramodernos de
tomografia e ressonância magnética em determinado hospital ou rede de saúde não
expressa, por si só, a qualidade geral do serviço prestado à população. É
necessário estarmos muito alertas para o risco da transformação dos
computadores no bezerro de ouro â ser adorado em Educação. (CORTELLA, 1995:34).

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